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Santo do dia · 08-15
Assunção de Nossa Senhora São Tarcísio

Assunção de Nossa Senhora

Solenidade · Maria elevada ao céu em corpo e alma

Representação de Assunção de Nossa Senhora — Peter Paul Rubens and workshop · Wikimedia Commons (domínio público)
Peter Paul Rubens and workshop · Wikimedia Commons (domínio público) · ver no Commons

Nesta solenidade, a Igreja celebra a Virgem Maria elevada ao céu em corpo e alma, ao fim da sua vida terrena. Aquela que foi a Mãe de Deus, concebida sem pecado e sempre fiel, é a primeira a participar plenamente da vitória de seu Filho sobre a morte.

A verdade da Assunção, crida desde os primeiros séculos — no Oriente celebrada como a «Dormição de Maria» —, foi solenemente proclamada dogma de fé pelo Papa Pio XII em 1º de novembro de 1950, na Constituição Apostólica Munificentissimus Deus. Junto com a Imaculada Conceição, é um dos dogmas marianos definidos de modo infalível pela Igreja.

A Assunção é, sobretudo, sinal de esperança: em Maria glorificada, a Igreja contempla o destino para o qual todos os redimidos são chamados — a ressurreição e a vida plena em Deus. Por isso a liturgia a saúda como a aurora que precede o dia sem ocaso.

Curiosidades

  • O dogma foi proclamado pelo Papa Pio XII em 1950, na bula Munificentissimus Deus.
  • É um dos dois dogmas marianos definidos com a infalibilidade papal — o outro é a Imaculada Conceição.
  • No Oriente cristão, a festa é celebrada como a «Dormição da Mãe de Deus».
  • Está entre as festas marianas mais antigas da Igreja.
  • Em muitas regiões, é também a festa de Nossa Senhora da Glória.

Palavras & frases

  • «A minha alma engrandece o Senhor… porque o Poderoso fez em mim maravilhas.» (palavras de Maria, o Magnificat — Lc 1,46-49)

Oração

Virgem assunta ao céu, sede nossa esperança e nossa guia. Amém.

Fonte: Vatican News (Santa Sé); Const. Ap. «Munificentissimus Deus» (Pio XII, 1950)

São Tarcísio

Mártir da Eucaristia · padroeiro dos coroinhas e acólitos

Representação de São Tarcísio — Alexandre Falguière · Wikimedia Commons (CC0)
Alexandre Falguière · Wikimedia Commons (CC0) · ver no Commons

Tarcísio era um jovem cristão de Roma, no tempo das perseguições. Levava a Eucaristia aos cristãos presos, à espera do martírio — tarefa perigosa, confiada a quem não chamasse atenção. Surpreendido no caminho por quem exigia ver o que ele carregava, recusou-se a entregar o Santíssimo e foi agredido até a morte, protegendo-o contra o peito.

Foi sepultado nas catacumbas de São Calisto. Sua memória chegou até nós sobretudo por um epitáfio do Papa São Dâmaso, no século IV, que o comparou ao diácono Estêvão.

Curiosidades

  • É padroeiro dos coroinhas, acólitos e cerimoniários, e também dos que fazem a Primeira Comunhão.
  • Morreu protegendo a Eucaristia contra o peito, sem entregá-la.
  • Está sepultado nas catacumbas de São Calisto, em Roma.
  • O Papa São Dâmaso escreveu sobre ele um epitáfio no século IV.

Oração

São Tarcísio, que preferistes morrer a entregar o Corpo do Senhor, alcançai aos que servem ao altar o mesmo amor à Eucaristia. Guardai os coroinhas e acólitos, e ensinai-nos a tratar as coisas santas com as mãos e o coração limpos. Amém.

Fonte: CNBB e arquidioceses brasileiras + Martirológio Romano

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