Capítulo 12
1 Naquele tempo, ele permanecia na corte do rei com Bagata e Tara, eunucos do rei, que eram porteiros do palácio.
2 E, tendo percebido os planos deles e examinado com mais cuidado as suas intenções, soube que tentavam levantar as mãos contra o rei Artaxerxes, e avisou disso o rei.
3 Este, feita a investigação sobre ambos, ordenou que, depois de confessarem, fossem levados à morte.
4 O rei, por sua vez, escreveu nos registros o que fora feito; mas também Mardoqueu confiou às letras a memória do acontecido.
5 E o rei ordenou-lhe que permanecesse na corte do palácio, dando-lhe presentes pela denúncia.
6 Amã, porém, filho de Amadati, o bugeu, era gloriosíssimo diante do rei, e quis prejudicar Mardoqueu e o seu povo por causa dos dois eunucos do rei que tinham sido mortos. E saquearam os seus bens, ou seja, os seus haveres. Ora, este foi o teor da carta.
📚 Tradução Flamma Cordis (português moderno), a partir da Vulgata Clementina (domínio público), cotejada com fontes católicas. Leitura/estudo — sem imprimatur.